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Municipal a um real!

CDYZE2953.JPGO Theatro Municipal do Rio de Janeiro me pareceu por muito tempo um lugar intocável, um lugar que não era para uma pessoa da minha classe social. Mas meus pais sempre nos deram acesso a cultura, viagem e conhecimento e sempre nos falaram que podíamos viver o que quiséssemos, então eu me tornei numa incansável desbravadora, principalmente quando o assunto é se divertir/viajar gastando pouco, foi aí que esse tempo de um lugar inatingível passou e hoje eu vou te contar que o Theatro Municipal é para todos!!!!

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Mas antes eu vou contar uma pouco da história desse lugar magnífico. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado em 14 de julho de 1909, sendo considerado até hoje a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes do América do Sul. A sua história se funde a história do nosso País, tendo sua belíssima arquitetura escolhida através de um concurso, onde decidiram pela junção de dois projetos que se inspiravam na ópera de Paris. Atualmente o Theatro pode receber até 2.252 pessoas e desde a década de 30, conta com seu próprio corpo artístico, composto de Ballet, Coro e Orquestra Sinfônica.

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Agora voltamos ao fato do Theatro ser para todos. O Municipal em parceria com seus patrocinadores e apoiadores, realiza o “Domingo no Teatro” com Municipal a um real, que são espetáculos que acontecem fora do horário nobre, mas com a pompa merecida, a um valor de ingresso simbólico, R$1,00. Essa é a maneira que a mais imponente arquitetura teatral do país contribui para popularização da cultura.

No domingo dia 11/11/2018, eu fui assistir às 11:00 da manhã, ao espetáculo: “A modinha que não sai de moda” e paguei apenas R$1,00 pelo ingresso. Eu nunca tinha ouvido falar desse gênero musical, modinha, mas me permiti ser surpreendida pelo novo e me emocionei com o espetáculo, apresentado junto ao clima do lugar. Esse gênero musical foi cantado por 4 mulheres sopranas,  mezzo-soprana e contralto (da um Google pra ver o que cada um significa), então imagina a sensação boa que vozes maravilhosas são capazes de causar em quem as ouve.

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O Teatro arranca suspiros de quem aprecia arte. Ele é a simbologia de cultura para todos. Foi a minha primeira vez naqueles corredores e escadarias e eu acredito que não tenha sido a última.

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Se você quiser saber mais sobre os espetáculos, vou deixar o site oficial para que consulte a programação. Se permita viver experiências novas, o seu corpo e sua mente agradeceram e por esse preço o seu bolso também.

 

 

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Ilha da Gigóia – Um novo olhar sob o Rio de Janeiro

Tá aí um lugar tão perto, mas que muitos cariocas não conhecem, a Ilha da Gigóia.

Esse pacato lugar no meio do Rio de Janeiro está ganhando ares de ponto turístico, e você não vai querer deixar de visitar.

A ilha tem cerca de 3.000 mil habitantes que estão acostumados com o vai e vem de pessoas em seu reduto de descanso, principalmente aos fins de semana.

Mas se você acha que vai chegar na Ilha e encontrar e encontrar inúmeras opções do que fazer, pode se decepcionar, o clima lá não é esse, mas isso não quer dizer que não seja bom! A visita a Ilha tem sinônimo de descanso e contato com a natureza, se resumindo a passar uma tarde agradável passeando pelas suas ruelas e becos, descobrindo assim alguns segredos e artes de rua, respirando ar puro, apreciando os “miquinhos” andando pelos fios e comendo e bebendo em algum dos restaurantes que permeiam a ilha.

Por favor em restaurante, nós escolhemos o Cais Bar e comemos uma anchova super fresca, com arroz de brócolis, pirão, batata canoa e salada. No cardápio dizia que o prato servia 2 pessoas, mas serviu bem 4 e pagamos por ele R$120,00. Além do Cais Bar, tem também o Bar do Cícero, o Bar Caiçara e o Laguna como os mais famosos da região.

Também é possível se hospedar na Ilha e imergir de verdade no clima bucólico do lugar.

Para chegar a Ilha da Gigóia não tem mistério. Ela fica na Barra da Tijuca, e o acesso se dá de barco. Para pegar esses barquinhos (ou chalanas), existem alguns pontos ali próximo ao Jardim oceânico. A entrada mais conhecida é a da lateral da Unimed na Armando Lombardi no Jardim Oceânico, basta  pega um dos barqueiros ali naquele ponto pagando cerca de R$5,00 o trecho. Tem também a entrada pela La Isla, ou antiga Ilha dos Pescadores, que é no Itanhangá  e dali o preço é R$4,00 o trecho.

Agora cuidado com os barqueiros que querem te oferecer um passeio completo pelas ilhas que se completam. Eles costumam cobrar de R$20,00 a R$25,00 por pessoa. Negociando nós pagamos R$16,00, porém ainda assim nos sentimos lesados, de verdade. O passeio levou cerca de 10 a 15 minutos, ele não nos falou o nome das ilhas que estávamos passando, não explicou nada sobre a região, aí nos levou até a parte do mangue, onde vimos jacarés (essa parte até foi bem legal) e depois simplesmente avisou que tínhamos chegado na Ilha da Gigóia. Então nos sentimos jogando dinheiro fora, por isso negocie preço e também questione se ele vai fazer um tour com explicações ou simplesmente passar sem falar nada.

E não esqueçam o repelente, por favor. Eu estou cheia de picadas de mosquitos e inchada, pois esqueci de passar o repelente e como é um lugar de mata tem muito mosquito por lá.

Então junte uma galera, faça uma reserva em um dos restaurantes de lá e vai passar um dia agradável longe do barulho e correria da Cidade Grande.

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Escadaria Selarón

No mesmo dia em que fui com minha irmã e duas amigas a Feira do Rio Antigo (se você ainda não leu esse post, precisa ler aqui), aproveitamos e demos uma esticadinha até a escadaria Selarón.

Eu já tinha falado dela aqui em um post, mas nunca havia visitado e agora mais do nunca acho que é um passeio bem legal que deve ser feito.

A escada é aquela atração! É um dos pontos turísticos mais visitados na zona Central do Rio de Janeiro.

Como fomos em um sábado a escadaria estava lotada, mas mesmo assim foi possível aproveitar bastante o lugar e seu clima.

Subir toda essa escadaria, é bem cansativo, porém bem gratificante, já que a vista do Rio de Janeiro sempre costuma pagar o esforço. Além disso, é possível transitar entre dois bairros bem famosos aqui do Rio, já que os 215 degraus unem a “cidade baixa” à “cidade alta”, une a Lapa à Santa Teresa.

Selarón foi um Chileno que se apaixonou pelo Rio de Janeiro e resolveu se erradicar por aqui em 1983. Como o artista ceramista que era, a partir de 1990 ele começou a renovar os degraus da escadaria chegando a colocar mais de 2.000 azulejos. A escada é uma enorme obra que esteve em construção enquanto Jorge Selarón esteve vivo.

Desde 2005 a escadaria é tombada pela Prefeitura do Rio e recebe milhares de turistas. Ainda tem dúvidas que esse é um bom lugar para visitar?

A Escadaria fica na Rua Joaquim Silva, próxima aos Arcos da Lapa.

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Vlog: Rock In Rio 2017

Corre que saiu o vlog do Rock in Rio 2017.

Nessa edição eu escolhi ir no dia de Skank, Shawn Mendes, Fergie e Maroon 5 no Palco mundo. Foi espetacular e eu filmei tudo para dividir um pouco com vocês.

Espero que gostem!!!!

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Restaurante Temático Vikings

Quem me acompanha lá no instagram (quem não me acompanha ainda, segue aqui: https://www.instagram.com/micheleviaja/) sabe que fui com a minha irmã e amigos ao Vikings e então resolvi trazer uma resenha pra vocês.

O Vikings é um restaurante temático, tendo sua primeira unidade inaugurada em 2012 em Nova Iguaçu no Rio de Janeiro. Ele é todo decorado com a temática Viking e especializado na culinária americana.


Fomos à unidade da Tijuca/Maracanã, que fica na R. Almirante João Cândido Brasil, 86 – Maracanã. Esse restaurante fica bem pertinho da Praça Varnhagem, popularmente conhecida como Buxixo, por causa do restaurante Buxixo.

O restaurante não estava muito cheio, acredito que por ser uma quinta feira e já termos chegado por lá por volta das 22:00hrs. O atendimento foi rápido e agradável, aliás o clima todo do restaurante é bem agradável e descontraído. Logo que fomos atendidos, nos ofereceram o Hidromel, uma bebida viking alcoólica fermentada a base de água e mel, eu provei e achei uma delícia.


Para comer nós pedimos o Vikings Special Combo, que vem com costelinhas, anéis de cebola, torradinhas de alho e um franguinho frito, e o Mex Viking combo que vem quesadilla, nachos e bonelles (são uns pedaços de frango desossados).

Estava tudo uma delícia, eu gostei bastante do tempero de todos os itens que eu provei.

O custo médio por pessoa no restaurante é de aproximadamente R$ 60,00 já com bebidas.

Você pode pedir aos garçons os chapéus vikings para tirar fotos, é bem divertido e faz parte da temática do local.

Site do restaurante: http://vikingsbr.com/

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Viagem ao Rio de Janeiro – 11 dicas para economizar.

O Rio de Janeiro hoje é uma das Cidades mais caras do Brasil e até do mundo. O custo de vida por aqui subiu bastante e se ficou caro para o morador que conhece como a Cidade funciona, imagina para o turista que não sabe onde encontrar os melhores preços?! Então é por isso que nesse post eu vou te ajudar a visitar a Cidade Maravilhosa economizando algum dinheiro.

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1- Aeroporto

A primeira dica é sobre a sua chegada ao Rio de Janeiro. A Cidade tem dois aeroportos como porta de entrada, o Santos Dumont (sigla SDU) que fica na aérea Central da Cidade e o Galeão (sigla GIG) que fica na Ilha do Governador a uns 17 km do centro do Rio. Sabendo disso é possível perceber que o seu tempo de deslocamento para seu hotel, assim como seu gasto nesse deslocamento, serão maiores de você chegar pelo GIG, por isso na hora de comprar sua passagem de avião esteja atento a pequenas diferenças no valor, pois chegar pelo Galeão poderá ser mais barato, mas não compensar quando for pegar um táxi, por exemplo.

Outra dica de aeroporto é nunca comer neles. É extremamente caro comer nos aeroportos do Brasil e aqui então nem se fala, por isso leve um lanchinho.

2- Transporte Público

Eu afirmo aqui que não somos exemplo de transporte público de qualidade para ninguém, porém o metrô atenderá a maior parte dos pontos turísticos a serem visitamos pelos turistas. Então pegue um mapa em uma estação de metrô e trace seu roteiro, faça o máximo que puder de transporte público. Também tem o trem que pode te atender juntamente com o metrô se for visitar lugares como o Parque Madureira, que entrou para o circuito de visita ou a escola de samba Portela. Além desses também tem ônibus que podem te levar aos seus destinos, é só pesquisar bem.

3- Hostel

Os hostels cresceram muito por aqui e com isso a qualidade também melhorou bastante. Então procure por um bom Hostel e se hospede nele, além de pagar bem menos, você ainda fará novas amizades.

4- Bairros alternativos

Saia do circuito Copacabana/Ipanema/Leblon. Procure hospedagem em bairros como Flamengo, Botafogo e até Gloria. Esses bairros também tem metrô e são bem mais baratos de se hospedar.

5- Ande com biscoito e água

Vá a uma casa do biscoito (muito comum por aqui, e não só com esse nome), é uma lojinha pequenina onde vende uma variedade imensa de biscoitos, e compre alguns a seu gosto, além de água. Eles lhe serão muito úteis, já que qualquer lanche na Cidade é muito caro e isso fará você economizar alguns reais. E guarde a garrafinha de água, não é tão comum assim, mas é possível encontrar bebedouros pela Cidade, em museus por exemplo, onde você poderá encher sua garrafinha. Também vale comprar em algum supermercado que não seja o Pão de Açúcar ou o Zona Sul (pois são muito caros rsrs).

6- Faça programas gratuitos

O Rio de Janeiro tem muitos programas gratuitos a oferecer. Praias, Rio Antigo, Parque das Ruínas, Parque Lage e até mesmo alguns museus.

Ontem mesmo saiu um post aqui sobre o Mar, Museu de Arte do Rio, onde eu contei que em um dia da semana ele é gratuito, vai lá conferir nesse link: https://micheleraggio.com.br/2017/07/31/mar-museu-de-arte-do-rio/

É possível visitar muitos lugares aqui no Rio de Janeiro sem pagar nada por isso, ou quase nada.

7- Saara

Não é do deserto do Saara que eu estou falando, e sim de uma região no Centro da Cidade do Rio de Janeiro. Lá você poderá comprar muito pagando bem pouco, inclusive diversos suveniers para você e também para dar de presente.

Só pra vocês terem uma ideia, eu estive lá a duas semanas atrás e fui a uma loja onde o preço máximo de um produto era 3,00 reais. Isso mesmo preço MÁXIMO! Claro que tinha muita coisa inútil, mas também tinha algumas bem úteis.

8- Trilhas

Também é possível visitar pontos turísticos caros e famosos e não pagar quase nada ou nada por isso. Se você gosta da natureza e tem disposição para trilhas que tal subir o Morro da Urca (o primeiro Morro do Pão de Açúcar) pela trilha gratuita? Essa trilha se inicia na Pista Cláudio Coutinho na praia vermelha.

9- Restaurante coma a vontade ou Rodízio

É bem comum aqui no Rio de Janeiro encontramos restaurantes em que podemos comer a vontade pagando um preço fixo ou restaurantes com rodízio. Alimentação em restaurantes por aqui é bem cara e apesar desses dois sistemas terem um preço um pouco mais alto que um self service, por exemplo, você poderá ficar algumas horas lá dentro e comer repetidas vezes e assim talvez fazer apenas uma grande refeição por dia.

10- Feira de São Cristóvão

O pavilhão em São Cristóvão é o mais importante polo Nordestino fora do nordeste do nosso País. Lá é possível escutar música boa (nordestina é claro), ouvir alguns cordéis, estar em contato com muito da cultura nordestina e também comer bem (comida nordestina) pagando relativamente pouco. Dá pra chegar lá de ônibus, mas eu aconselho um táxi, Cabify ou uber, já que a região não favorece muito. Faça uma simulação pelos aplicativos e veja qual fica mais barato.

Se quiser eu tenho um código no Cabify: MICHELECABIFY que vai te dar até 60,00 reais de desconto divididos em até 3 corridas. Baixe o app do Cabify no seu celular.

11- Shoppings

Shoppings não são pontos turísticos, mas por aqui tem muitos. O carioca gosta de um shopping como eu nunca vi rsrs. Nos shoppings você poderá encontrar lugares mais baratos para comer e em alguns deles é possível encontrar alguma programação gratuita rolando, principalmente em época de férias.

Espero que tenham gostado das dicas e posso lhes afirmar que se colocarem ao menos metade delas em prática, irão economizar muito em sua visita ao Rio de Janeiro.

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Ipanema e seus 123 aninhos!

Hoje dia 26 de abril é aniversário do Bairro de Ipanema no Rio de Janeiro e resolvi falar um pouco desse bairro pra vocês.

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Imagem: http://www.meurj.com/

Esse bairro fica localizado na Zona Sul da Cidade e está completando 123 anos. Ele foi fundado por José Antonio Moreira, o conde de Ipanema (um importante comerciante na época do Império). O bairro foi eternizado pela canção de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, Garota de Ipanema, de 1962, que é até hoje uma das canções mais ouvidas ao redor do mundo.

A praia de Ipanema é uma das mais badaladas do Rio de Janeiro e fica entre a praia do  Arpoador e do Leblon, e é por lá que você pode esbarrar com vários artistas já que é uma das praias preferidas deles. A região do posto 9 é a preferida de todas as tribos, mais em frente a rua Farme de Amoedo tem o público GLS, já pela rua Joana Angélica se reúnem a galera da juventude dourada (a galera mais saudável) e entre as ruas Vinícius de Moraes e Maria Quitéria estão os mais moderninhos. No posto 7 você vai encontrar a pedra do Arpoador de onde é maravilhoso se juntar a uma galera para assistir a um por do sol no fim da tarde. O posto 8 é pra quem quer curtir com a família, é a parte mais tranquila da praia. Agora se você quiser frequentar a parte chique da praia, escolha o Leblon, na altura do posto 12 (nessa praia também é possível esbarrar com famosos.

Próximo ao Arpoador você vai encontrar uma estátua do cantor e compositor Tom Jobim, vale tirar uma foto bem turística lá, já que a figura de Tom Jobim é a cara do Rio de Janeiro.

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Imagem: Guilherme para http://www.minutoligado.com.br

Também vale a visita ao Parque Garota de Ipanema que fica próximo a Pedra do Arpoador e ao Morro dois Irmãos que fica lá no fim da praia do Leblon e vai lhe oferecer uma vista de tirar o fôlego.

Mesmo que você não esteja na vibe de fazer compras, vale um passeio pela Rua Visconde de Pirajá, onde estão concentradas algumas das lojas mais caras da Cidade.

E pra finalizar eu aconselho a esquecer o Mcdonalds e qualquer loja ou rede, de alimentação, internacional e se jogar no jeito carioca de se alimentar, entrando em alguma lanchonete dessas inúmeras que tem pelo bairro e comer um sanduíche com um suco natural de fruta ou um mate geladinho, ou então um delicioso açaí na tigela.

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O que você não pode deixar de fazer na Barra da Tijuca, RJ

Hoje vou falar de um bairro que é simultaneamente amado e odiado pelos cariocas, a Barra da Tijuca.

Essa região do Rio de Janeiro era um lugar ermo até a década de 70, quando começou a se desenvolver e se tornar um dos bairros mais caros da Cidade e acho que isso criou um certo “rancor” para os moradores da Zona Sul do Rio que se sentiram “afrontados” talvez, e um certo frisson nos moradores da Zona Norte que passaram a acreditar que é possível ser rico do nada e ter um bom bairro para lazer mais perto do que os da Zona Sul. Acho que por ter se tornado uma região nobre tão rapidamente, os moradores da Barra ficaram com fama de emergentes, ou novos ricos, mas de uma forma bem pejorativa quando dito pelos “Zona Suleiros” (nem sei se existe essa denominação rsrsrsrs).

Mas vamos falar dos lugares que você não pode deixar de visitar no Bairro.

Praia da Barra

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Imagem: Prefeitura do RJ/Alberto Jacob

Essa é a maior praia da Cidade do Rio de Janeiro. Com 18 km de extensão é fácil encontrar um espaço e uma zona a qual você pertença. Ao longo de toda a praia é possível vislumbrar várias “tribos”, tem área para: surfistas, para quem só quer dar um mergulho, para quem é amante do futevôlei, para quem gosta mesmo é de um Jet ski, para quem quer praticar treinamento funcional, para quem é praticante de kitesurf, e até para quem só quer apreciar o mar batendo nas rochas. As praias costumam ser os lugares mais democráticos aqui do Rio de Janeiro, mas acho que a da Barra ganha de todas as outras nesse quesito também!

Barra Shopping

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Imagem: Divulgação Barra Shopping

Eu não costumo muito dar dicas de shopping, pois shopping não é ponto turístico, porém se tem uma coisa que carioca gosta tanto quanto praia é um shopping e o da Barra é um dos melhores da Cidade. Nele é possível encontrar grifes e também lojas mais populares, ou seja, tem pra todos os gostos e bolsos. Aqui no Rio as lojas de departamento costumam ficar dentro de shoppings (Zara, C&A, Forever 21 e etc), não são muito comuns lojas assim nas ruas. Então se quiser fazer umas comprinhas por aqui, esse shopping é uma boa opção.

Passeio pelo Bosque da Barra  

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Imagem: Catraca Livre

Uma grande área verde em meio aos arranha céus do bairro, o Parque Natural Municipal Bosque da Barra, é uma boa opção para caminhadas e até piqueniques em meio ao caos urbano. Só é preciso verificar os horários de funcionamento, já que o parque fecha. Vou deixar o facebook deles aqui: https://www.facebook.com/pg/Parque-Natural-Municipal-Bosque-da-Barra-261139587417523/about/?ref=page_internal.

Exposição ou Teatro

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imagem: http://rioshow.oglobo.globo.com/teatro-e-danca/programacao/cidade-das-artes-2968.aspx

É possível encontrar arte por aqui também. Com quatro salas de teatro é só escolher uma peça em cartaz e mergulhar nesse universo. Tem o Teatro dos Grandes Atores (No shopping Barra Square), o Teatro Bradesco (Shopping Village Mall), Teatro Antônio Fagundes (no CEC da Barra) e o Teatro Nathália Timberg. Também é possível ver alguma exposição que esteja em cartaz na Cidade das Artes (conhecida também como Elefante Branco pelos cariocas) ou uma até alguma peça de teatro também já que lá também tem uma sala (pouco usada, mas tem).

Comer em bons restaurantes

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Olha eu aí no Paris 6 (rsrs)

Tem restaurante para todos os gostos, tem comida Italiana, Brasileira, portuguesa, churrascaria e muito mais. É na Barra que fica um dos restaurantes mais badalados do momento, o Paris 6, onde é possível encontrar um artista durante qualquer refeição.

Sassaricar pela Olegário Maciel

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Imagem: Pedro Teixeira / Agência O Globo

Um baixo Gávea da Barra da Tijuca, essa rua é cheia de bares, restaurantes e baladinhas bem legais de aproveitar. Dá pra passar uma madrugada inteira pulando de bar em bar e curtindo o melhor da cada um. Aqui todas as “tribos” voltam a se encontrar depois de um dia de praia.