Nova York

O que fazer no Central Park – Parte 2

Vamos então para a segunda parte de dicas sobre o Central Park!

Já salva em favoritos essa postagem e a anterior aqui, para quando for conhecer essa Cidade incrível chamada Nova York!

Obs: Se você ainda não viu a primeira parte clique aqui!!!

6️⃣ ALICE IN WONDERLAND STATUE

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A estátua da Alice no país das maravilhas está no Central Park desde 1959 e uma foto lá é bem disputada!!! Quase impossível uma foto sozinha 😉

Ela foi um presente do filantropo George Delacorte as crianças da Cidade de Nova York.

7️⃣ BELVEDERE CASTLE

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Um castelo em meio ao Central Park é meio sem explicação, mas a vista é incrível e vale sua visita. Aliás belvedere em italiano significa bela vista e isso ele realmente oferece aos visitantes!!!

Uma construção em estilo gótico e romântico inaugurado em 1872.

8️⃣ JACQUELINE KENNEDY ONASSIS RESERVOIR 

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Esse lago fica bem lá em cima, próximo ao museu Guggenheim (que fica fora do Central Park) é um belo lago para a prática de esportes no entorno e para belas fotos.

O lago é na verdade um reservatório que abastecia também parte da Cidade de Nova York até ser desativado em 1993.

9️⃣ CLEOPATRA’S NEEDLE OBELISK 

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Um presente que NYC ganhou do Egito em 1881, dois construído em 461 a.c. e possui um par que está em Londres.

Em tradução literal seu nome é Agulhas de Cleópatra.

🔟 CENTRAL PARK CAROUSEL 

Mesmo que você não vá andar de carrossel esse vale sua visita, já que é um dos primeiros dos Estados Unidos. Inaugurado em 1871 a estrutura original tinha uma mula e um cavalo embaixo dele que andavam e paravam de acordo com a batida dos pés do treinador, e assim ele girava em cima. No mínimo curioso né!?

Espero que tenham gostado de saber que o Central Park oferece muitas atrações, inclusive além dessas 10 que eu listei em dois posts. Ele é muito grande e talvez um dia seja pouco para você conseguir ver tudo!!!

Agora é arrumar as malas e #partiunyc

#micheleviaja #nyc #ilovenyc #micheleviajainnyc

 

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Nova York

O que fazer no Central Park – Parte 1

O Central Park é sem dúvidas um dos lugares mais famosos de Nova Iorque.

Quando qualquer pessoa fala em Nova York, já nos remete a um dia no Central Park, passeando e terminando a tarde com um piquenique, mas o parque mais visitado da Cidade não se resume ao seu famoso gramado, ele é muito mais do que isso e é por isso que vou contar 10 lugares (5 nesse post e 5 no próximo post) que você não pode deixar de visitar por lá.

1️⃣ SHEAP MEADOW

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Esse gramado aí é no espaço conhecido como Sheap Meadow, que em tradução literal seria Pasto das Ovelhas. É chamado assim, pois em 1934 era usado como pasto. Esse gramadão que vemos em diversos filmes é bastante disputado no verão e primavera, mas não tão frequentado assim no outono-inverno. Esse lugar merece algum tempo do seu passeio para contemplar e se energizar!

2️⃣ STRAWBERRY FIELDS MEMORIAL 

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Memorial ao John Lennon, ex Beatles, desenhado pelo arquiteto paisagista Bruce Kelly.

A entrada para o memorial está localizada no Central Park West, na West 72nd Street, bem pertinho do Dakota, prédio onde ele morava e foi assassinado na porta.

3️⃣ THE LAKE 

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Lago de 20 acres que até 1950 era usado como pista de patinação no inverno. No verão e primavera tem passeios de caiaque e remo.

De lá é possível apreciar o THE SAN REMO, icônico prédio de duas torres que aparece em muitas filmagens da cidade.

4️⃣ BOW BRIDGE 

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Ponte de ferro fundido do século 19. Por ela é possível cruzar o The Lake e se sentir em meio a um filme bem nova-iorquino.

5️⃣ BETHESDA TERRACE AND FOUNTAIN

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Meu lugar preferido no Central Park! Cheio de arte e movimento, o local tem uma das maiores fontes de Nova Iorque, um terraço com vista incrível para o The Lake e por debaixo dos seus arcos é bastante comum encontrar artistas de rua nos presenteando com espetáculos a parte.

Se você gostou desse post fica ligado aqui que na quinta tem mais 5 lugares para você visitar no Central Park em New York.

 

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Nova York

Inverno em Nova Iorque – O que fazer?

Eu vi neve em NYC. Foi um momento de extrema felicidade e realização e é por isso que a dica de hoje vai ser sobre essa estação do ano em que a neve chega: O inverno americano!

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Pra começar você precisa entender que nem o maior frio que você já tenha enfrentado no Brasil vai se comparar ao inverno em Nova York. Lá faz frio de verdade! Mas frio quanto? Você está se perguntando! Vou te contar: O dia mais frio que pegamos lá foi sensação térmica de -16ºC. O vento corta a pele, dificulta a respiração e pode congelar as extremidades se não estiverem bem protegidas (inclusive ponta de nariz e orelha).

Essa é a única época do ano que você consegue patinar no gelo ao ar livre na Cidade. Varias pistas de patinação no gelo são montadas durante o inverno. Três bem famosas são: a do Central Park, a do Rockefeller Center e a do Bryant Park. Eu patinei nessa última que tinha o preço mais em conta. Mas se você não quiser patinar, vale a pena assistir um pouco o pessoal se aventurando 😉.

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Se você pegar um dia em que esteja nevando na cidade é possível que a Cidade entre no caos, mas é um caos controlado. Quase tudo fecha, inclusive as estações de metrô, mas os cidadãos são avisados com antecedência e assim podem se prevenir. Então que tal você aproveitar esse dia coberto de neve para sair a rua e fazer um boneco de neve e um anjo na neve?! Da pra voltar a ser criança e brincar muito na neve, mas tenha cuidado hein, não se esqueça a neve cobre objetos, então tem que prestar atenção!!!

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Outra dica é aproveitar o inverno para explorar os museus da Big Apple. O sistema de aquecimento não vai deixar você sentir frio e você poderá fazer uma maravilhosa imersão em arte. Diversos museus são gratuitos em dias específicos ou tem o dia do pague quanto quiser.

Passeie pelos parques da Cidade, mesmo no inverno é comum vê-los movimentados já que o nova-iorquino gosta de estar na rua. Bryant Park, um dos meus preferidos, Madson Square, Washington Square Park, Union Square, Central Park entre outros são alguns dos parques onde a população se reúne para conversar, comer (é comum nova-iorquino almoçar sua “marmita” em praças públicas), entre diversas outras atividades.

Vá assistir a um show da Broadway ou na Off Broadway é bom estar em lugares fechados para curtir algo bom e fugir do frio lá fora rsrs. Uma MiDica (Dica da Michele) são os espetáculos off Broadway, são show em teatros menores que podem ser ou não na região da Broadway e são bem menos famosos e bem mais baratos, mas não por isso piores. Então fica a dica extra!!!

Se estiver em NYC em Dezembro aproveite para ver a decoração de natal da cidade. Lugares como: a decoração da Rádio City, a árvore de natal do Rockefeller Center, as vitrines da 5 th Avenida, Grand Central Terminal, o show da Saks e a decoração do bairro Dyker Heights são paradas obrigatórias.

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Tem muita coisa para fazer na Cidade que nunca dorme mesmo no mais rigoroso inverno. Como dizem por aí: “New York is always a good idea!”

Clique aqui para dicas de museus e muito mais!

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Dicas de Viagem, Nova York

Nova York – um grande cenário de Sex and the City

Há alguns dias eu comecei a maratonar a minha série preferida de todos os tempos. A série que eu não podia assistir quando adolescente, já que não tinha tv a cabo e minha mãe jamais me permitira assistir séries e filmes do tipo, e que é a primeira vez na vida que sento a assisto a todos os episódios.

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Apesar das inúmeras coisas atualmente inaceitáveis que a série prega, como por exemplo, o relacionamento tóxico de Carrie e Big, o fato de estereotiparem por diversas vezes a Samanta como vadia só por ela ser uma mulher livre e que sabe o que quer quando o assunto é sexo, ou de como as mulheres eram julgadas, inclusive entre elas mesmas, por passarem dos 30 sem casas, entre outras coisas, afinal feminismo ainda não era algo tão importante no fim da década de 90 e início dos anos 2000, a série é uma declaração de amor a NYC tão piegas quanto verdadeira e foi uma das coisas que me fez ficar apaixonada pela Cidade, mesmo quando eu ainda não conhecia.

E é por causa dessa clássica série, seguida de dois filmes, que abriu as portas de NYC pra mim e para o mundo que eu resolvi montar pra vocês um roteiro imperdível da Cidade que nunca dorme, passando por alguns lugares que as personagens eternizaram como cenário de Sex and The City.

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Two Boots

Que tal começar o seu tour comendo uma pizza?! Pizza é a cara de NYC. Pizza em fatia, barata e que você come em pé mesmo é mais ainda a cara de NYC e é bem representada em uma cena de Sex and the City em que Carrie e Miranda comem uma pizza depois de um jantar vegano que ela não gostaram muito.

A Two Boots to go West Pizza, fica no número 42 da Avenida A, entre a 3ª e 4ª street, em East Village. Além dessa existe também outra loja, two boots, ou existia, pois ao que tudo indica está permanentemente fechada então mesmo sem saber exatamente onde a cena foi gravada, vale a visita a essa que está aberta.

Columbus Circle

Aquela cena triste onde acontece fim da relação de Carrie e Aidan foi gravada bem aqui. Eles saem de um evento Black and White e o Aidan faz aquela pressão para eles casarem, quando Carrie recua mais uma vez e então aquele boy magia desiste desse amor.

Vou aproveitar esse gancho para fazer uma confissão: Meu preferido era o Aidan. Não queria ver a Carrie com o Big, eles mantinham uma relação tóxica e já com o Aidan tudo era mais leve e com amor.

Endereço: Columbus Circle, New York, NY 10019.

Onieal’s

Falando em Aidan, quem não se lembra de Carrie tentando voltar para a vida do bonitão depois que ele estava abrindo um bar com o Steve? Pois é, eles abriram o Scout nome fictício para o Onieal´s onde foram gravadas as cenas do bar.

Endereço: 174 Grand Street, New York, NY 10013

The Plaza Hotel

Um clássico dos filmes Nova-iorquinos não podia ficar de fora de Sex and the City. Big resolve fazer seu noivado com Natasha, bem no hotel mais icônico e um dos mais luxuosos de Nova York. E para encerrar aquele episódio, Carrie o encontra do lado de fora do hotel e o deixa após dizer a seguinte frase: “Your girl is lovely Hubble” (Sua garota é adorável, Hubble), uma das frases do filme The Way We Were. O problema todo é que ela não o deixa tão para trás assim né.

Endereço: 768 5th Avenue, New York, NY 10019 – Em frente ao Central Park

Louis K. Meisel Gallery

Vamos ao lugar que era a “casa” de Charlotte. Charlotte era uma mulher realizada profissionalmente e que trabalhava em uma galeria de arte, até conhecer seu primeiro marido, Trey.

Quando a mais intocada das amigas disse que iria parar de trabalhar para ser esposa em tempo quase integral, as outras amigas foram contra ela, mas ela seguiu o plano e deixou de lado sua vida profissional. Mas dizem os tabloides da época, que Charlotte parou de trabalhar não para abordar esse tema na série, mas para a produção não ter que pagar o aluguel absurdo que começaram a cobrar pela locação do espaço para a gravação das cenas.

The New York Public Library

Esse clássico lugar de Nova Iorque passou algumas vezes em Sex and the City, mas ficou eternizado como o local que Carrie iria se casar com Big, já no primeiro filme da sequencia da série.

Carrie não chega a se casar, já que Mr Big, precisava ser Mr Big e mais uma vez dilacerar o coração da escritora Carrie Bradshaw.

Meatpacking District

Quem não lembra quando Sam comprou seu apartamento na área que estava ficando na moda em Nova York. Aquele apartamento de tantos amores numa região comercial no extremo oeste de Manhattan.

No terraço de seu prédio acontece um churrasco que Sam ofereceu a suas novas amigas transexuais que faziam programa na região.

A região conta com um trecho do parque elevado, o high line e bem pertinho do Chelsea Market.

The  Loeb Boathouse

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Esse é o lago – Parte do restaurante pode ser visto no canto direito da foto

Lembra daquela cena em que Carrie e Miranda brigam, pois Carrie conta que irá ao Central Park se encontrar com Big e Miranda acha que ela esta se rebaixando a ele? Carrie então resolve mesmo assim ir ao encontro, mas promete à Miranda que não beijará Big, só que quando eles se encontram aquela tensão rola e para não beijá-lo ela se desvencilha e os dois acabam se desequilibrando e caindo no lago.

Essa cena de dois patinhos na lagoa, rsrsrs, acontece nesse restaurante que fica dentro do Central Park.

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Jefferson Market Garden

Falando em Miranda, quem aqui gostava do jeito sistemático da advogada? Eu preciso confessar que tenho certa afinidade com ela, talvez por ser virginiana eu me identifique com algumas neuroses que a personagem alimentava.

E uma delas era se casar em um lugar que não fosse tão clichê, então é quando ela encontra esse jardim comunitário ao lado Jefferson Market Library, um marco da Cidade.

O jardim fica na Greenwich Ave, entre a 6th Avenue e a West 10th street.

Cafeteria

As quatro amigas tinham o compromisso de estarem juntas regularmente e os inúmeros almoços/brunchs aconteciam na Cafeteria onde elas falavam sobre sexo, amores, desamores e muitos outros temas.

A cafeteria fica no número 119 da 7th avenida, esquina com a w 17th street.

Magnólia Bakery

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Cupcake red velvet da Magnólia Bakery

Sem dúvidas ficou eternizada por causa de Sex and the City e por isso é a padaria mais famosa da Cidade, mas nem de perto eu diria que tem o melhor cupcake ou o melhor banana pudding (Alias, eu já deixei nesse artigo aqui o meu preferido da Cidade), porém o lugar vale sua visita.

Quando for visitar a Magnólia, certifique-se de que está indo na original da série, a loja da Bleecker com a 11th street , assim de lá você poderá caminhar um pouquinho até sua próxima parada, a Perry street.

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Perry Street, 66, em West Village

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A famosa casa de Carrie Bradshaw. Aqui Carrie escrevia sua coluna a cada episódio, escreveu também seu livro, morou com Aidan, viveu outros amores, esperou e encontrou o Big, dividiu confidências com as amigas, chorou, sorriu e viveu boa parte da série nesse cantinho especialmente eternizado.

É possível visitar a casa pelo lado de fora, mas não é permitido subir as escadas, é também educado falar baixo e não demorar muito por ali, já que moram pessoas reais e que pagaram cerca de 9 milhões de dólares para morar no apartamento de Carrie Bradshaw. Ou isso é muito amor à série ou eu não sei o que seria 🙂

 

 

Dicas, Diversão

Um Dia na Broadway – Uma viagem à NYC sem sair do Teatro

Na última sexta feira (22/03/2019) fui com minha irmã, a convite do Teatro Bradesco, assistir ao espetáculo musical: Um Dia na Broadway.

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Imagem – Divulgação

Um Dia na Broadway, relata a história de um casal que vai para Nova York com os filhos, comemorar o aniversário de casamento na Cidade em que eles se conheceram. Só que ao chegar na Cidade onde tudo pode acontecer os pais se separam dos filhos que começam a viver aventuras e a assistir a musicais da Broadway.

O espetáculo começa na Grand Central Terminal, passa pela Times Square e Broadway, vai até Wall Street e termina no icônico Empire State.

Os efeitos especiais através dos telões de led são coisas de hollywood, ou melhor, de musical da Broadway. A qualidade e do trabalho é digna de aplausos de pé. Fiquei com um sorrisão estampado no rosto em ver locais pelos quais circulei durante meus três meses de intercâmbio. Deu até uma saudade.

E o que falar das cenas de famosos musicais, apresentadas ali, diante dos nossos olhos vivazes por mais e mais. Simplesmente maravilhosas!!!

Musicais como Chicago, Cats, Les Miserables, Evita, West Side History, Grease, entre outros e finalizando com nada menos que Mamma Mia, são o ápice da peça.

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Imagem – Divulgação

Esse espetáculo é uma produção brasileira da Black & Red, dirigido pelo italiano Billy Bond e produzido por Andrea Oliveira.

Se você ficou apaixonada (o) só de ler esse artigo, então se liga na dica e corre para garantir seu ingresso para as próximas sessões. O espetáculo terá ainda duas apresentações: dia 29 e 30 de março as 21:00.

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O Teatro Bradesco Rio é um espaço cultural com infraestrutura de altíssima qualidade e capacidade para 1.000 pessoas, que fica localizado no shopping Village Mal na Barra da Tijuca – Rio de Janeiro (Av. das Américas 3.900).

https://teatrobradescorio.uhuu.com/

 

Dicas de Viagem, Nova York

Réveillon em Nova York

Esses dias conversando com uma família próxima, que está as “vésperas” de realizar seu maior sonho, passar o Réveillon em New York, me foi pedido por eles que escrevesse um artigo com minhas dicas sobre esse momento especial nessa Cidade mágica, então cá estou eu pra dividir com vocês um pouco da minha experiência e algumas dicas importantes.

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Estive na Cidade por três meses e como estava estudando, esse foi um assunto recorrente em sala de aula: Onde passar o réveillon? Lembro que era quase unanime entre os nativos que a pior experiência de nossas vidas estaria na Times Square. Assim eles falavam: ” Oh meu Deus, não façam isso!!!” “É uma experiência bizarra” “Será uma péssima experiência” “Não dá pra ver nada” “Tem que ir muito cedo” “Depois que a bola cai não tem mais nada” “É super lotada e quem é Novaiorquino de verdade não vai” entre várias outras frases desestimulantes. Mas uma pessoa, minha professora querida, sempre falava: “Se você quiser vá! Vá apenas uma vez, viva essa experiência e nunca mais a repita (entre risos), afinal você está em Nova Iorque!”

Confesso que eu e minha irmã ficamos meio com o pé atrás depois de ouvir tantas pessoas falando mal da festa. Fomos até a Times pela manhã, antes do horário de fechamento para o evento, andamos por lá pra sentir o clima, fomos até o Central Park para ver onde seria a festa de lá (Apesar de ser pouco falado, também há festa de réveillon no Central Park), e voltamos para casa sem decidir nada.

Fizemos nossa ceia em casa e resolvemos sair as 22:30 de casa em direção a Times Square, afinal era nossa estreia e resolvemos que quem faria aquilo especial seríamos nós mesmas!!!

Se quiser assistir um pouco desse nosso dia em NYC, clica que tem um vlog. 

Pegamos o metrô e quando chegamos lá, nos deparamos com toda a Times Fechada, e poucas entradas para a festa. Eles não fazem como nós em Copacabana, ledo engano pensar assim! Só pra vocês entenderem melhor como funciona: A Times é uma região que abrange o encontro da Sétima avenida com a Broadway entre as ruas 42 e 47. Quando chega o horário estipulado, se não me falha a memória na época, foi 12:00 ou 14:00 eles começam a fechar em setores. Ou seja, eles vão gradeando todas as ruas de acesso à essas duas avenidas (Broadway e Sétima) e conforme vão lotando vão gradeando e fechando os setores entre as ruas 42 e assim por diante.

Em cada entrada havia revista geral de pessoa por pessoa, tínhamos que enfrentar uma fila quilométrica e quando chegávamos nos policiais tínhamos que abrir os casacos, bolsas, abandonar guarda chuvas e qualquer objeto que eles considerassem de ameaça comum.  No ano em que passamos lá, 2015/2016, teve ameaça de atentado então a segurança foi reforçada, porém pelo que ouvimos essa minuciosa revista sempre acontece, então esteja preparado para isso e chegue com antecedência. Se você chegar cedo ganhará adereços e brindes do patrocinadores para deixar sua noite mais alegre, mas se chegar tarde como nós, não receberá nada rs.

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Nós entramos pelo lado da Broadway na altura da 54 St, o que não foi a melhor das ideias já que a vista é parcialmente prejudicada rs. Então entre pelo lado da 7 Ave. onde a vista da famosa bola será melhor.

Mas não fique tão preocupada (o) em ficar mais distante, pois eles espalham telões e dá pra acompanhar a festa.

Depois que rompe o ano, acabou a festa! Acabou mesmo, não há mais shows, eles acontecem todos antes da meia noite, não há queima de fogos (por uma questão de segurança mesmo) e a maioria dos policiais só querem que você vá embora logo, mas é lógico que ainda da pra ficar por ali e se divertir com seu grupo além de interagir com outros grupos. As pessoas estão felizes e só querem saber de curtir e se divertir e não tem brigas como aqui. Tá aí um ponto mega positivo né!

Pode ser tumultuado, pode não ser a festividade que nós brasileiros estamos acostumados, mas se é seu sonho, Viva-o e você não se arrependerá. Foi assim comigo e com a minha irmã.

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Dicas Valiosas para esse momento:

  • Agasalhem-se bem! O frio é intenso e passar horas a fio a temperaturas tão baixas pode acabar com sua festa se não estiver bem protegido.  Vista-se em camadas: Segunda pele, blusa quentinha, casaco fino, meia calça ou calça térmica, meião, calça comprida, casacão de inverno, bota (sem salto de preferência), protetor de orelha e se quiser um lenço para o pescoço.

 

  • As roupas precisam ser confortáveis, lembrem-se que são muitas horas a espera do momento ápice.

 

  • Esteja preparado a não sair do seu lugar. Se conseguir um bom espaço, nem pense em fazer xixi, pois se sair já era, não volta mais!

 

  • Não tem banheiro químico e só com muita sorte ou se for cliente de algum restaurante é quem vai conseguir usar algum. Já ouvi falar que a galera usa fralda, não usei, mas consideraria essa opção.

 

  • É proibido o consumo de bebidas alcoólicas nas ruas de Nova Iorque. Então não tente burlar essa regra para não passar a virada atrás das grades. Nem o seu champanhe será permitido, então brinde antes de sair de casa.

 

  • Se você não for chegado a superstições de cores e tudo mais, ótimo, entre no clima do Novaiorquino e use preto. Mas se você é chegado a superstições aposte no preto também já que a cor simboliza independência, estabilidade e elegância. Sério, evite o branco, poucas pessoas usam.

 

  • Não leve mochilas, pois não poderá entrar com elas (segurança rigorosa, lembra). Guarda chuva também nem pensar, além é claro de objetos perfuro cortantes e/ou fogos de artifício.

 

  • Nenhuma brincadeirinha do tipo, “aí eu tenho uma bomba”. Gente, é sério! Mais uma vez você não quer passar sua virada na cadeia né.

 

  • Deixe o táxi para depois, ou melhor evite sempre o táxi, o melhor transporte é o metrô. Compre seu bilhete antecipadamente, mas sem a preocupação de ser um bilhete especial, o comum mesmo é aceito e o funcionamento é 24 horas, 7 dias na semana.

 

  • Se estiver hospedado na região da Times, vai conseguir furar alguns bloqueios policiais e se locomover com mais facilidade, basta que apresente o cartão do hotel. Porém para isso, terá que desembolsar uma boa grana.

 

  • Após a virada do ano não tem mais nada o que fazer na Times, mas muitas baladas e festas seguem acontecendo pela Cidade e não é nada difícil encontrar alguma. Alias uma opção é já comprar uma dessas festas, curtir a Times a depois correr pra lá. Quem costuma fazer umas baladas legais e com o preço mais atrativo são os rooftops, como o 230 Fifth, o Mrs Purple, entre outros.

 

  • Se você se programou para isso e tem um dinheiro em caixa para pagar a festa e fugir do tumulto mesmo estando na Times, pode comprar a festa de algum restaurante no entorno que vai te oferecer conforto e alguns até uma vista privilegiada.

 

  • Nas ruas você não vai encontrar muitas opções para comer, ou melhor quase nenhuma, se achar será sorte, após as 21:00, então é melhor passar no mercado antes e já garantir uns biscoitos para aguentar.

 

  • Como essa é a Cidade que nunca dorme, no dia 1° você encontrará muitas opções de lugares abertos, então não precisa se preocupar tanto em não ter o que fazer, pois você com certeza terá.

Para maiores informações, eu vou deixar aqui o site oficial do reveillon: https://www.timessquarenyc.org/times-square-new-years-eve/nye-faq

Depois de escrever esse artigo, eu revivi sentimentos tão gostosos que me deu uma vontade louca de pegar o primeiro voo rumo a NYC, mas me lembrei que amanhã acordo cedo rumo ao BRT mesmo hahahaha.

Espero que tenham gostado e se tiverem alguma dúvida, deixa aqui que ficarei feliz em ajudar mais!!!

Se quiserem ter uma overdose boa dessa Cidade, vou deixar aqui uma coletânea de artigos para vocês se esbaldarem: https://micheleraggio.com.br/category/nova-york/

 

Destinos, Dicas de Viagem, Nova York

Nyc – Turista x Morador (Parte 2)

Chegou a hora da segunda parte desse artigo que eu amei escrever. Se você não leu o primeiro post, já clica aqui, antes de seguir.

13 – Ande de metrô

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Imagem: Divulgação Metrô

O metrô pode ser sujo e até sombrio em algumas estações, mas ele é o que há de mais prático em locomoção por lá. O trânsito de NYC é para os fortes!!! São muitos sinais e muitos carros nas ruas, o tempo que se perde em locomoção é enorme.

Para usar o metrô é possível comprar, além do passe unitário, o passe por 7 dias e o de 1 mês. Faça contas para saber se vale a pena!

O metrô de lá também é um pouco confuso pra nós, porque não estamos acostumados a uma malha daquela magnitude, mas todas as estações tem um mapa da região e tem aplicativos que ajudam bastante. Um que eu usei foi o NYC SUBWAY, fica a dica!!!!

Outra dica importante é aguardar as pessoas saírem para depois começar a entrar. Nem devíamos precisar falar isso né, mas por aqui infelizmente não temos essa educação. Siga essa regra se não quiser ser xingado e até receber uns esbarrões bem maldosos.

Vou deixar aqui um post mais detalhado que fiz sobre esse meio de transporte!

14 – Comida de rua

A comida de rua em NYC é muito comum. Em cada esquina tem uma barraquinha, seja de cachorro quente, de falafel (minha tristeza não ter comido, fui deixando pra depois e depois e acabei não provando, mas na próxima será prioridade), de bagel (o “pão” deles – que eu não diria que você precisa comer, ele é duro e ressecado rs), entre outras. Então coma na rua, é bom, barato e super descolado.

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15 – Levain bakery

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Essa lojinha no subsolo de uma residência, vai te surpreender em sabor. Ela fica na rua 167 W 74th,  e lá é possível comer um Cookie maravilhoso. Mas chegue cedo e sem pressa, pois é bem possível encontrar uma fila enorme por lá.

16 – Boates locais

O Nova-iorquino pouco (ou quase nunca) frequenta boates internacionais como a Pacha. Eles gostam das boates locais!!!

Essas são aquela coisa de filme mesmo, não paga pra entrar e tem uma fila enorme na porta onde o segurança dita quem entra e quem não entra de acordo com os critérios dele mesmo ou da casa..

Então se arrume super bem, e escolha uma entre as infinitas opções que a Cidade oferece de norte a sul. Mas caso não consiga entrar, escolha um barzinho desses locais também, que muitos se transformam em mini boates com o passar da noite.

Ah uma outra coisa que já ia me esquecendo. Não espere noitadas que durem até as 06:00 ou 07:00 da manhã como estamos acostumados, lá é no máximo até as 4:00 e então se recolha e não tente bancar o engraçadinho que não quer ir embora ou que vai fazer algazarra, pois seu passeio pela delegacia será desagradável.

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17 – Não encare as pessoas

Isso mesmo, não encare ninguém a não ser que esteja querendo seduzir ou arrumar problemas.

Lá é a cidade das diferenças e é bem comum você ver pessoas com diversos estilos, jeitos, resumidamente pessoas que “fogem ao padrão” e isso é maravilhoso. Te ensina a respeitar mais as diferenças e te confere uma sensação de liberdade inexplicável te fazendo entender de uma vez por todas que cada um é o que quiser ser.

Então ignore e haja como se tudo fosse natural, e tudo passará a ser!

18 – Faça exercícios

Se tem uma coisa que nova-iorquino é fissurado é em se mover. É possível ver gente correndo outdoor (outdoor é: lado de fora, esqueça essa ideia que temos de grandes “letreiros”, isso foi uma adaptação da palavra que fizemos por aqui), mesmo no período de inverno rigoroso. Eu até me arrisquei, mas confesso que o frio me pegou e não deu pra seguir o ritmo.

19 – Loja de 99 cents

Tem uma rede de lojas em NYC cujo nome é Jack’s e lá é possível comprar muita coisa a 0,99 centavos de dólar.

Não torça o nariz achando que essa loja se compara as extintas lojas de 1,99 no Brasil que só vendiam bugingangas. Na Jack’s você encontra muita coisa útil a 0,99 centavos, como produtos de limpeza, cosméticos, roupas, alimentos, itens de escritório e muito mais. Claro que nem tudo custa 0,99 cents, mas tudo o que a loja vende tem o preço bem acessível.

20 – Escada rolante – lado direito x lado esquerdo

Em NYC até a escada rolante pode ser motivo de olhares reprovadores e de certa grosseria no “excuse me”. Se você escolhe subir no ritmo da escada se mantenha do lado direito dela, deixando assim o lado esquerdo livre para os mais apressados.

Então lado direito pra quem está parado e lado esquerdo para quem está andando e isso não se aplica somente as escadas rolantes.

21 – Tenha dinheiro e cartão em mãos

Pode acreditar, em Nova Iorque existe lugares “cash only” (somente dinheiro) e lugares que só aceitam cartão, então é melhor prevenir.

Mas como eu sempre falo: Cartão é emergência, pense sempre no imposto e na conversão indefinida, se puder nem compre nada no cartão!!!

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22 – Não faça paredão de pessoas

Se está em grupos grande, se dividam em duplas e sigam os demais atrás dos outros.

Não há nada mais inconveniente, principalmente para o Nova-iorquino, do que grupos de pessoas que sentem uma necessidade fora do normal de andar um ao lado do outro atrapalhando a passagem.

23 – Museus gratuitos

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A Noite Estrelada de Van Gogh

Quase todos os museus da Cidade dispõem de um dia ou horário com entrada gratuita. Os que não dispõem de gratuidade, tem o “pague quanto quiser”, também em determinados dias e horários.

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Vou deixar para vocês uma coletânea de post sobre alguns museus de lá:

https://micheleraggio.com.br/2018/02/05/met-metropolitan-museum-of-art-em-new-york/

https://micheleraggio.com.br/2016/02/01/um-dia-no-museu/

https://micheleraggio.com.br/2016/01/15/2683/

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24 – Portas Estranhas

Viu uma portinhola estranha na Cidade e muita gente cool entrando e saindo?! Vai também. Apesar da fachada, o interior provavelmente é surpreendente no sentido bom!

É bem comum que esses lugares que você não dá nada, guarde lugares maravilhosos frequentado tipicamente por nova-iorquinos. Eles são assim, misteriosos e um pouco despreocupados por fora, mas espetaculares por dentro!!!

Espero de verdade que essas 24 dicas ajudem a vocês a turistarem em Nova York, mas frequentando lugares e tendo atitudes de Novaiorquinos de carteirinha. 😉

Destinos, Dicas de Viagem, Nova York

Nyc – Turista x Morador (Parte 1)

Sempre que eu vejo postagens sobre o que visitar em Nyc, eu vejo dicas de lugares que são extremamente turísticos e pouco nova-iorquino de verdade.

Quando você vive um tempinho em NYC, como foi no meu caso, e acaba conhecendo pessoas que já moram lá, você aprende que o Nova-iorquino não é tão clichê.

Ele não é muito de frequentar lugares que os turistas frequentam, pra você ter uma ideia eles odeiam a Times Square, só passam por lá os que realmente precisam, eles valorizam as lojas de bairro, eles têm um ritmo muito próprio e amam também tudo que é diferente. Consequentemente o custo de vida por lá cai, já que fora do circuito turístico tudo é mais barato.

Por isso nesse post quero dividir com vocês dicas, opções e atitudes bem nova-iorquinas para colocarem em prática quando estiverem pela Cidade.

Só que antes de começar as dicas, preciso avisar que o post ficou tão grande que rendeu duas partes, então aqui vai a primeira e a segunda sai na próxima quarta (03/10/2018).

1- Economy Candy

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Eu já falei da Economy Candy aqui no blog.

A Economy Candy é uma loja de doces que fica em Lower East Side, onde você pode encontrar todos os doces do mundo, ou quase todos, a variedade é incrível por lá. E o preço? Melhor ainda.

Essa loja é sua opção a famosa loja da M&Ms na Times.

Então fica a dica, vá a loja da M&M, tire fotos, ande por lá pq a loja é bem legal, mas não compre nada, então pegue o metrô da linha F sentido downtown e desça na estação 2 Avenue Station, saia no lado de Allen St, depois caminhe pela Allen até a rua Rivington e vá até o número 108 onde encontrará a Economy Candy.

SAIA DO BRASIL COM A SEGURANÇA DE UM BOM SEGURO VIAGEM.

2 – Sugar Sweet Sunshine

Aproveitando que está em Lower na mesma rua da Economy Candy, só que no número 126, tem uma lojinha de clima bem negócio de família que vende o melhor banana pudim da vida!!! É simplesmente viciante até pra quem não é muito fã de doces como eu.

Todo mundo manda comer o da Magnólia bakery, mas ele não é tão saboroso quanto esse da Sugar Sweet Sunshine. A Magnólia tem muita fama por causa do seriado Sex and the City, mas é basicamente só isso, não que as coisas lá sejam ruim, não foi isso que quis dizer, mas é bem normalzinha no quesito sabor e bem carinha no quesito bolso, além de estar sempre muito cheia.

3 – Mr. Purple rooftop e 230 Fifth rooftop

Mr. Purple é mais uma dica em Lower East Side, ele fica na Orchard Street, 180. Esse rooftop, o qual eu já fiz uma menção nesse post de coisas imperdíveis em NYC, oferece uma vista incrível de Manhattan. Subir é de graça e as bebidas por lá não são tão caras. O bom desse terraço/bar é que ele é frequentado por locais, poucos turistas conhecem e menos ainda frequentam já que ele fica fora do centrão.

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No Mr. Purple Rooftop – a foto ta embaçada, mas tá valendo

Já o 230 Fifth rooftop é um pouco mais turístico, até pela localização, ele fica na famosa 5ª Avenida, 230 (esquina com a rua 27). Muita gente já descobriu e já explora ele para garantir belas fotos com Empire de fundo, já que ele é bem pertinho. A entrada também é gratuita só que as bebidas são um pouco mais caras, já que ele fica bem no burburinho e já anda bem famosinho. Inclusive soube que agora eles cobram uma consumação mínima para quem fizer reservas para as mesas.

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No 230 Fifth Rooftop – a foto também ta embaçada, mas tá valendo do mesmo jeito

RESERVE SEU HOTEL CLICANDO AQUI.

4 – Arte de Rua

Nyc é cheio de artes urbanas, muitos artistas deixaram sua marca pelas ruas da cidade. Alguns bem famosos até internacionalmente, como o brasileiro Kobra.

Tirar fotos com essas artes é gratuito, garantem momentos de apreço a arte urbana e rende um feed bem colorido no Instagram.

Então vou listar algumas:

Explosão de Amor – Arte do Brasileiro Kobra que pode ser apreciada do alto do Hi …- pode ser visto do alto do The High Line.

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I love NY  que fica na 6ª avenida com a rua 17. É na enorme parece de um estacionamento e sempre vai sair uns carros de charme na sua foto rsrs.

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Audrey Hepburn que fica na esquina da Mulberry St. e Broome St em Little Italy. Essa parede é a de um restaurante então é possível que tenha clientes sentados nas poltronas que ficam do lado de fora.

5 – Shake Shack

A rede Shake Shack já é uma rede bem famosa entre os turistas, mas ela merece ser citada aqui, já que existem opções que podem ser menos turísticas.

Todo mundo quer ir na loja número 1 a da Madison Square Park. Pode até ser legal ir lá, eu mesma fui, mas se possível vá um dia de semana, no inverno e no meio da noite, assim será mais fácil ser atendido sem longas filas. Essa loja é crowded (lotada – mencionei em inglês, pois essa é uma palavra muito dita por lá rsrs) demais. Outra dica se for comer na loja da Madison é comer batendo os pés no chão, como não é uma loja fechada e os bancos são os da praça, essa praça tem uma certa população de ratinhos, comum à Cidade, que pode querer chegar perto pela quantidade de lanche pelo chão.

Opte pelas lojas da Astor Place, Upper East Side e outras fora do circuito turístico que poderá encontrar no site.

Só uma observação: a gente quando pensa em Estados Unidos e Fast Food pensamos em Mc Donalds certo?! Mas em NYC os locais não curtem muito essa rede. E para perceberem o quanto fazemos a associação errada o Mc Donalds é que ele não está nem entre as três empresas de fast food mais consumidas do País.

 6 – Comer andando ou em alguma praça

Nova Iorque é mesmo a Cidade da correria, da Cidade da produtividade e do pouco espaço nas construções. Então pegar uma comida e sair comendo e andando ou parar em alguma praça para comer é algo bem comum entre os nova-iorquinos, por isso se misture e repita o rito. Mesmo que você não esteja correndo para voltar ao trabalho como eles, você vai poder apreciar aquele ritmo frenético e ter a sensação de que tudo cabe em 24 horas, basta que você otimize seu tempo como eles o fazem.

7 – Vá além do Central Park

A gente vê muito o Central Park em filmes e acaba resumindo nossa viagem a ele. Não que ele deva sair da sua lista, eu jamais falaria isso, até porque ele é realmente lindo e tem aquela magia no ar, mas vá além dele.

Não se limite! NYC é uma Cidade de muitos parques/praças que podem te surpreender.

Até mesmo na selva de pedra que é Manhattan tem outros parques ótimos como o Bryant Park, localizado entre a 5ª e 6ª avenidas e entre as ruas 40 a 42. Esse parque é sempre cheio de eventos ao longo de todo o ano e se tornou um dos meus parques preferidos na Cidade.

Tem também o Parque logo da descida da ponte do Brooklyn, no Brooklyn. Ótimo para sentar um pouco e apreciar a Ilha de Manhattan do outro lado.

Outro bem legal é o Battery Park, bem ao sul de Manhattan, de onde é possível ver o rio para chegar a Estátua da Liberdade e parte da região sul da ilha, inclusive a torre do One World Trade Center.

Além de muitos outros parques que a Cidade tem a oferecer. Para uma lista completa vou deixar esse link aqui!

8 – Estátua da Liberdade e Cidade iluminada a noite

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Alguns blogs de viagem já falaram dessa maneira de ver a Estátua da Liberdade, eu mesma já falei aqui. Mas vale reforçar essa opção, pois muita gente ainda não sabe.

É possível ver a estátua da liberdade sem pagar nada por isso e de quebra ver Manhattan iluminada a noite. Como? Existe uma balsa chamada Staten Island Ferry que faz o percurso Manhattan, do terminal Whitehall que fica no extremo sul da ilha, x Staten Island x Manhattan. Esse Ferry realiza esse serviço gratuito durante todo o dia e durante esse percurso é possível ver a Estátua da Liberdade e toda a sua imponência. Claro que você não vai estar tão perto assim, mas pra mim foi o suficiente, eu estava mais disposta a ver como os nova-iorquinos veem e economizar o dinheiro para outra coisa que eu queria mais.

O pulo do gato é fazer essa travessia no meio da tarde. Assim será possível ver a Estátua ainda com iluminação natural, aí você pode dar uma volta por Staten, lugarzinho bem pacato, e voltar na balsa depois que já tiver escurecido, aí você vai ganhar outro presentão que é ver o sul de Manhattan todo iluminado a noite!

Para mais informações sobre o Ferry é só ir no site deles: https://www.siferry.com/

9 – Ande depressa ou dê passagem

O Novaiorquino não anda devagar nunca. Ele é extremamente apressado e se você do nada parar na frente dele pra olhar uma vitrine, por exemplo, corre sério risco de levar uma trombada e receber alguns xingamentos.

Eles seriam então mal educados? Talvez sim, talvez não, é uma questão cultural e vamos combinar, é muito chato quando estamos andando em um ritmo e do nada alguém para no nosso caminho.

Além dessas paradas repentinas eles também são pouco tolerantes com quem anda devagar, exceto pessoas que aparentam realmente ter problema de mobilidade. O ritmo de vida lá é realmente corrido e eles não gostam de perder 1 segundo sequer, então ande depressa ou dê passagem, andando sempre pelo canto da sua mão (como na mão de carro), lembrem-se que nós é que somos os visitantes e que precisamos nos adaptar.

RESERVE SEU CARRO NESSE LINK.

10 – Explore além da ponte do Brooklyn

A famosa ponte que recebe milhares de turistas o ano inteiro é linda realmente. Eu aconselho a fazer a travessia a pé do Brooklyn para Manhattan, pois assim é possível ver a imponência da ilha, mas não se resuma a ponte. Explore toda a região em torno! Os parques na descida da ponte no Brooklyn já são bem visitados e valem sua visitinha também (já até mencionei um deles acima), a eles beiram o rio e é fácil se deslocar de um para o outro.

Tem também a esquina da Washington St com a Water St, de onde é possível tirar aquela famosa foto com a ponte ao fundo. Só um detalhe que a ponte dessa foto é a Manhattan bridge e não a Brooklyn bridge como muita gente pensa. Elas são vizinhas só que a Manhattan bridge não tem a fama de sua companheira.

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Agora pelo lado da Ilha tem uma parte ainda pouco explorada pelos turistas, o centro cívico de Manhattan, que fica logo na descida da ponte. Da pra explorar aquela parte e até assistir a um julgamento na corte criminal, sabia dessa?!

Outro lugar no lado da ilha, a ser explorado é o parque que fica longitudinal ao Rio, esse lugar é ótimo para fazer caminhadas e apreciar o não tão famoso East river.

11 – Por do sol no Hudson River Park

Esse parque é mais um parque que corre parte do perímetro de um rio, só que dessa fez o famoso Hudson River. Esse parque é tão grande e com tanta coisa pra fazer que eu ficaria um dia inteiro listando o que fazer nele, então para lhe dar detalhes eu vou deixar o site do parque bem aqui!

Esse parque começa na Harrison St e vai até 59 st (do pier 25 ao pier 96). Eu aconselho uma parada estratégica no pier 63, onde há uma área enorme de gramado para sentar e apreciar um belíssimo por do sol. Esse é meu cantinho preferido no parque.

Para explorar todo o parque é preciso disposição para uma caminhada longa ou então você pode alugar uma bicicleta em uma das inúmeras lojas que a Cidade possui.

12 – Manhattanhenge

Essa é muito específica e infelizmente nem todo mundo vai conseguir pegar esse fenômeno. Eu mesma enquanto estive na Cidade, não peguei em nenhum dia.

Esse fenômeno é o solstício de Manhattan, que é quando o sol está alinhado com as ruas de Nova York, então é possível assistir a um por do sol que parece feito sob medida com os arranha-céus.

Como só acontece duas vezes no ano, fique atento às notícias sobre esse assunto quando você estiver lá e corra cedo para o parque High Line pra garantir um lugar no alto e no meio para assistir.

Se gostou dessas primeiras 12 dicas, você não perde por esperar as outras 12. Depois desses 2 posts você vai ser tornar uma Nova-iorquina (o) de verdade.

 

 

Dicas de Viagem, Notícias, Nova York

Mais viagens para Nova York com a Delta Air Lines

Está aí mais uma boa notícia para quem ama Nova York e sempre está dando um jeitinho de ir pra lá.

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Imagem: Divulgação Delta Air Lines

A Delta Air Lines, anunciou que irá operar a rota sazonal Rio de Janeiro (Galeão) X Nova York mais uma vez esse ano. Essa rota é ativa no período de verão Brasileiro e na última temporada teve uma ocupação de cerca de 80%, ou seja, existe uma demanda a ser explorada.

A temporada desse ano acontecerá com voos diários de 20 de dezembro de 2018 à 09 de março de 2019, e até 30 de março de 2019 com 5 voos semanais com o Boeing 767.

Gostou de mais essa opção para visitar a Big Apple?

Destinos, Nova York, Passeios

MET – Metropolitan Museum of Art em New York

Quem foi, foi! Quem não foi, vai ter que pagar mais caro a partir de 1° março.

Até o fim de fevereiro ainda será possível ir ao MET (Metropolitan Museum of Art) em Nova York pagando 1 dólar por exemplo, mas assim que março começar a entrada terá o preço fixo de U$25,00.

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O Museu funciona no sistema “Pague quanto quiser” desde a década de 1970. Esse sistema só vai valer agora para moradores de Nova York e os que quiserem fazer uso desse benefício precisarão comprovar a residência através de algum documento que prove a moradia no estado de Nova York.

Também terá um benefício para os turistas que são estudantes e idosos, esses poderão pagar U$ 12,00 e U$ 17,00 respectivamente.

Tem uma outra novidade, só que essa bem legal! Agora o ingresso valerá por 3 dias consecutivos. O que é ótimo já que um dia é pouco para explorar o museu.

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O Metropolitan é um dos museus mais visitados do mundo e vem sofrendo com o déficit de contribuições voluntárias. Eu mesma quando fui, paguei U$1,50. Injusto por tudo que o museu oferece, concordo, mas quando somos estudantes em uma das Cidades mais caras do mundo, qualquer economia é válida.

Agora fica aqui um apelo pessoal: Alguma empresa privada poderia fazer como a UNIQLO faz no MOMA. Patrocinar um dia da semana com visitação gratuita.

A ARTE PRECISA SER POPULAR. Já é muito difícil fazer as pessoas entenderem a importância da arte em nossas vidas, mesmo quando o acesso é gratuito, imagina quando o valor é alto assim?!