Chile

Viña del Mar – Molhando os pés no Oceano Pacífico

Quarto dia oficial em Santiago e é hora de irmos para o terceiro passeio com a Destino Chile. Dessa vez foi o momento de realizar um sonho antigo meu, o de molhar meus pés no Oceano Pacífico.

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Relógio de Flores de Viña del Mar

Sobre Viña del Mar e Valparaíso

Viña del Mar originalmente eram duas fazendas que foram “loteadas” a partir da construção de uma linha férrea na região. Hoje é uma Comuna (é como se fosse uma Cidade para nós) de Valparaíso. Uma área nobre, de praia (Oceano Pacífico), onde o turismo é parte importante da economia.

Valparaíso também é uma Comuna de Valparaíso, sendo Capital dessa Província (Estado para nós). É lá que está o poder legislativo do Chile e o porto mais importantes do País. Valparaíso é uma Cidade de geografia curiosa, já que é composta por 42 morros (no Chile são Cerros).

As Cidades estão a cerca de 120 km da Capital Chilena, Santiago.

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Filhote de Pelicano em Viña del Mar

Bate e Volta com a Destino Chile 

Mais uma vez nosso passeio foi com o Guia Claudio, o mesmo que fez conosco Valle Nevado. Ele pegou a mim e minha irmã no hotel por volta das 8:00 e logo depois de pegarmos outras pessoas seguimos em direção ao litoral Chileno.

O Claudio nos contou que Santiago fica em um vale, pois é cercado por cordilheiras, assim como outras cidades do Chile. Logo que saímos do vale de Santiago, passamos por uma região agrícola, de ondem saem boa parte dos alimentos para Santiago.

Mais a frente entramos no Vale chamado Casablanca, onde pudemos apreciar as vinícolas à beira da estrada. Esse vale é onde se concentra enorme quantidade de vinícolas Chilenas. Fizemos então uma parada no Rio Tinto uma mega loja, dessas que temos aqui em estradas onde podemos encontrar de tudo um pouco, que também produz seu próprio vinho um Cabernet Suavignon  doce. Havia uma degustação e como o produto era bem saboroso, acabei comprando uma garrafa ali mesmo, já que eles falaram que produzem ali e só vendem ali mesmo, está me que custou cerca de R$53,00. Um pouco alto para os preços dos vinhos Chilenos, já que é possível encontrar vinhos bons em supermercados por R$15,00 aproximadamente. Alias isso acontece, segundo nosso Guia, pois tem uma Lei que 10% da produção de vinho deve ter preço acessível para o mercado interno.(Ao menos foi isso que entendi ele explicar).

Dali partimos em direção à Viña del Mar, mais uma vez na frente de outras empresas, já que elas estavam parando no Rei Tinto enquanto já estávamos saindo. Contei pra vocês em artigos anteriores que a Destino Chile é uma das empresas que saem mais cedo para os passeios.

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Durante o caminho o Claudio da destino chile, nos contou a história do surgimento da Cidade, e nossa primeira parada foi o relógio de flores que foi um presente da Suíça ao Chile para a Copa de 1962, a qual o Brasil foi campeão!

Dali seguimos em direção ao mirante Santuario de la Naturaleza – Roca Oceanica em Concón, mais uma vez a Destino Chile saindo na frente já que quase nenhuma empresa visita essa área mesmo a vista de lá sendo impressionante. Seguimos com um passeio panorâmico pela praia reñaca  e  na descida do mirante paramos no santuários dos leões marinhos, onde vimos um monte deles em uma pedra mais para dentro do mar.

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No Mirante

Dali fomos mais à frente onde eu pude realizar o sonho de molhar meus pés no Pacífico. Confesso que não foram só os pés, me distrai e molhei a calça até o joelho, o que foi divertidamente gelado rsrs. Pode até ser um sonho bobo para alguns, mas era um sonho meu e sonhos não se contestam, você se deixa viver!

Me distrai e me molhei toda kkkk

Inclusive quero falar sobre uma coisa que escutei muito sobre a praia Chilena. Quando viajamos ficar comparando a nossa realidade com a de outro País pode ser um pouco cruel. Vi muita gente falando que a praia Chilena é feia, que nós temos praias melhores e etc. Concordo com isso, temos águas mais calmas e mais quentinhas, temos faixas de areias enormes, temos praias livre de pedras e muitas belezas em nossas praias, mas as praias chilenas também tem seus encantos dentro de suas características. Então não de atenha a essas comparações e aproveite para sentir o mar do pacífico que nós não temos aqui!

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Own – Leões Marinhos

Voltando, nossa última parada em Viña del Mar foi para vermos um Moai, original da Ilha de Páscoa, que para quem não sabe pertence ao Chile. Moais são aquelas estátuas que existem na Ilha de Páscoa que estudamos quando estávamos na escola, lembram?!

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Eu e o Moai

Seguimos então para Valparaíso, onde tem uma das casas do Pablo Neruda. Ninguém quis ir à casa, nem mesmo aos jardins, já que ali todos concordavam que apesar de um ótimo literário, ele não era nada mais do que isso. Além de ter sido acusado de estupro e ter abandonado uma filha, a casa de Valparaíso não era sua residência oficial, e sim sua residência “extra oficial” onde ele vivia a sua vida dupla.

Fizemos então um tour de carro por alguns morros da Cidade e paramos para almoçar. Comi um peixe das águas Chilenas, La Reineta, que estava uma delícia e me custou 12.650 pesos, cerca de R$75,00 com bebida e os 10%.

Obs: a gorjeta aqui se chama propina então não se assustem quando verem nas contas.

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Valparaíso é uma Cidade bem colorida

Dali o Claudio nos levou para fazer um tour a pé, ali perto mesmo, onde pudemos ir a um mirante e ver o porto da Cidade e também um dos 11 elevadores que ainda estão em funcionamento. Lembra que falei que a cidade é composta por 42 morros, então eram 42 elevadores, porém por causa de diversos terremotos hoje só funcionam 11 que levam as pessoas da parte baixa até a parte alta.

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Vista para o porto de Valparaíso

Depois fomos ao centro de Valparaíso onde vimos prédios históricos e tivemos um tempinho em uma feirinha de artesanato no Porto da Cidade e  para então voltarmos à Santiago.

Esse foi um passeio mais histórico e de belezas diferentes das anteriores, já que é litoral e é até mais quentinho, mas não considere mais quentinho calor tá, pelo menos não no inverno.

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Praias do pacífico estão sujeitas a Tsumanis

Mais uma vez a Destino Chile transformou o passeio em uma experiência ainda mais especial.

Obrigada Destino Chile por apoiar mais esse sonho!

 

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Passeios, Rio de Janeiro, Viagens

Ilha da Gigóia – Um novo olhar sob o Rio de Janeiro

Tá aí um lugar tão perto, mas que muitos cariocas não conhecem, a Ilha da Gigóia.

Esse pacato lugar no meio do Rio de Janeiro está ganhando ares de ponto turístico, e você não vai querer deixar de visitar.

A ilha tem cerca de 3.000 mil habitantes que estão acostumados com o vai e vem de pessoas em seu reduto de descanso, principalmente aos fins de semana.

Mas se você acha que vai chegar na Ilha e encontrar e encontrar inúmeras opções do que fazer, pode se decepcionar, o clima lá não é esse, mas isso não quer dizer que não seja bom! A visita a Ilha tem sinônimo de descanso e contato com a natureza, se resumindo a passar uma tarde agradável passeando pelas suas ruelas e becos, descobrindo assim alguns segredos e artes de rua, respirando ar puro, apreciando os “miquinhos” andando pelos fios e comendo e bebendo em algum dos restaurantes que permeiam a ilha.

Por favor em restaurante, nós escolhemos o Cais Bar e comemos uma anchova super fresca, com arroz de brócolis, pirão, batata canoa e salada. No cardápio dizia que o prato servia 2 pessoas, mas serviu bem 4 e pagamos por ele R$120,00. Além do Cais Bar, tem também o Bar do Cícero, o Bar Caiçara e o Laguna como os mais famosos da região.

Também é possível se hospedar na Ilha e imergir de verdade no clima bucólico do lugar.

Para chegar a Ilha da Gigóia não tem mistério. Ela fica na Barra da Tijuca, e o acesso se dá de barco. Para pegar esses barquinhos (ou chalanas), existem alguns pontos ali próximo ao Jardim oceânico. A entrada mais conhecida é a da lateral da Unimed na Armando Lombardi no Jardim Oceânico, basta  pega um dos barqueiros ali naquele ponto pagando cerca de R$5,00 o trecho. Tem também a entrada pela La Isla, ou antiga Ilha dos Pescadores, que é no Itanhangá  e dali o preço é R$4,00 o trecho.

Agora cuidado com os barqueiros que querem te oferecer um passeio completo pelas ilhas que se completam. Eles costumam cobrar de R$20,00 a R$25,00 por pessoa. Negociando nós pagamos R$16,00, porém ainda assim nos sentimos lesados, de verdade. O passeio levou cerca de 10 a 15 minutos, ele não nos falou o nome das ilhas que estávamos passando, não explicou nada sobre a região, aí nos levou até a parte do mangue, onde vimos jacarés (essa parte até foi bem legal) e depois simplesmente avisou que tínhamos chegado na Ilha da Gigóia. Então nos sentimos jogando dinheiro fora, por isso negocie preço e também questione se ele vai fazer um tour com explicações ou simplesmente passar sem falar nada.

E não esqueçam o repelente, por favor. Eu estou cheia de picadas de mosquitos e inchada, pois esqueci de passar o repelente e como é um lugar de mata tem muito mosquito por lá.

Então junte uma galera, faça uma reserva em um dos restaurantes de lá e vai passar um dia agradável longe do barulho e correria da Cidade Grande.

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